Segurança do Paciente: cuidar bem começa na formação dos futuros médicos

Segurança do Paciente: cuidar bem começa na formação dos futuros médicos

O mês de abril já virou um mês especial no Brasil quando o assunto é saúde. É quando acontece a campanha “Abril pela Segurança do Paciente”, uma mobilização nacional que reúne profissionais, estudantes e serviços de saúde para um objetivo simples e essencial: evitar erros e proteger vidas.

Em 2026, o tema reforça uma ideia importante: qualidade no atendimento e segurança precisam andar juntas em todos os momentos do cuidado, desde o posto de saúde até o hospital. Isso significa que não basta tratar doenças: é preciso garantir que todo o processo seja seguro, organizado e humano.

É nesse cenário que a formação dos médicos ganha destaque. Na FAESA, por exemplo, a segurança do paciente não é um assunto isolado em sala de aula, ela está presente ao longo de todo o curso de Medicina.

Os estudantes aprendem desde cedo não só a parte técnica, mas também habilidades como comunicação, trabalho em equipe e responsabilidade ética. Na prática, isso quer dizer formar profissionais mais preparados para cuidar das pessoas de forma segura e consciente.

Essa forma de ensinar segue recomendações internacionais, como as da Organização Mundial da Saúde, que defendem que futuros profissionais da saúde precisam aprender a evitar erros, trabalhar em equipe e lidar com riscos desde a graduação.

No Brasil, essa preocupação também é reforçada por iniciativas como o Programa Nacional de Segurança do Paciente e pelas orientações da Anvisa. Tudo isso faz parte de um esforço maior para melhorar a qualidade do atendimento no Sistema Único de Saúde.

A campanha também destaca ações simples, mas fundamentais no dia a dia da saúde, como:

  1. Confirmar corretamente a identidade do paciente
  2. Garantir uma boa comunicação entre equipes
  3. Usar medicamentos com segurança
  4. Evitar infecções
  5. Prevenir quedas
  6. Realizar cirurgias seguras

Na Medicina FAESA, esses princípios são vivenciados na prática, com simulações, atividades em unidades de saúde e hospitais, além de treinamentos como higienização das mãos e uso de equipamentos de proteção.

Outro ponto importante é o papel do paciente. Hoje, ele não é mais um espectador, mas parte ativa do cuidado. Isso significa que ouvir, respeitar e envolver o paciente nas decisões faz toda a diferença.

Essa visão também está presente na formação médica da FAESA, que incentiva uma relação mais humana e participativa entre médico e paciente.

No fim das contas, segurança do paciente não é só seguir protocolos. É criar uma cultura de cuidado, onde os profissionais aprendem com erros, trabalham juntos e buscam melhorar sempre. Ao incorporar esses princípios na formação dos seus estudantes, a FAESA mostra que formar médicos vai muito além da técnica: é preparar profissionais comprometidos com a vida, com a qualidade do atendimento e com um sistema de saúde mais seguro para todos.

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