Newsgame desenvolvido na FAESA retrata a vida no lixo

O newsgame foi desenvolvido pelos alunos de Jogos Digitais em parceria com a Rede Gazeta para a série “A vida no lixo”.


Publicado em: 13 de dezembro de 2017

 

Quer conhecer um pouco da realidade dos lixões do Espírito Santo e ainda testar seus conhecimentos sobre a separação correta dos resíduos? Um newsgame desenvolvido por estudantes de Jogos Digitais da FAESA Centro Universitário, “Vida no Lixo”, tem a missão de conscientizar a sociedade nesta tarefa que deve fazer parte do nosso dia a dia.

Os desenvolvedores do newsgame são os alunos Bruno Nolasco Miranda, Isaque Pereira Fernandes, Leonardo Pereira Duarte e Rafael Vieira de Albuquerque, orientados pelos professores Denilson Coelho e Victor Hugo Körting de Abreu.

“Durante 30 dias o grupo se empenhou na realização do projeto e os nossos alunos tiveram a oportunidade de experimentar na prática o que é o mercado de desenvolvimento de jogos. E nós, professores, realizamos da melhor forma nossas aulas, apresentando situações reais”, destacou o professor Victor Hugo Körting de Abreu.

Rafael Albuquerque, aluno de Jogos Digitais

O aluno do 3° período de Jogos Digitais, Rafael Vieira de Albuquerque, contou como foi a sua experiência em participar do projeto: “foi muito gratificante ver o nosso estudo tomando forma e gerando frutos. Primeiro pela aplicação da parte técnica e também pela oportunidade de conhecer um pouco da realidade do povo que vive do lixo.”

Vamos jogar?

No newsgame não existe quem perde ou quem ganha. “O cerne não é a diversão, mas sim a interação com uma informação ou matéria jornalística”, como explica o professor Victor. Por isso, o “Vida no Lixo” foi desenvolvido em parceria com a Rede Gazeta para a série “A vida no lixo”.

O newsgame apresenta dois vídeos documentários sobre a vida de dois catadores que residem no Espírito Santo. Entre um vídeo e outro, o espectador é convidado a recolher os resíduos recicláveis e em seguida separá-los por tipo.

Acesse AQUI e conheça o “Vida no Lixo”.

Texto: Karina Rocha