Curso de Direito apresenta boas práticas da Aula FAESA no Fórum Nacional da OAB

Evento organizado pela OAB-ES, reuniu instituições de ensino de todo o país


Publicado em: 10 de julho de 2017

As boas práticas do nosso curso de Direito foram apresentadas durante o Fórum Nacional de Educação Jurídica, realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES), no mês de junho, e que atraiu profissionais de todo o país.

Com o tema “Exame de Ordem: Um retrato da Educação Jurídica”, o secretário-geral da OAB Nacional, Felipe Sarmento, e o Conselheiro Federal da OAB e mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Adilson Gurgel de Castro, debateram a eficácia do exame como indutor de qualidade do ensino. O painel foi mediado pela mestre em Ciência Jurídica pela Universidade Vale do Itajaí, Niladir Butzke.

O objetivo do Fórum Nacional de Educação Jurídica foi disponibilizar o espaço de debates para a apresentação das boas práticas jurídicas vivenciadas nas faculdades. Desta forma, foi possível realizar e promover a integração entre as instituições, compartilhando suas experiências a fim de elevar a qualidade do ensino jurídico.

Antes de dar início aos trabalhos, os participantes foram agraciados com uma apresentação do grupo de música Encantar FAESA, formado por alunos, professores e funcionários da nossa Instituição.

A coordenadora do curso de Direito, a advogada e professora Sayury Otoni, foi a responsável por apresentar as boas práticas do curso da FAESA.

“Compartilhamos nossa experiência de trabalhar com projetos como o grupo Encantar FAESA, que permite ao aluno uma vivência muito maior, uma grande experimentação e que trabalha com esse aluno para sensibilizá-lo para lidar com o que é humano. Também desenvolvemos o teatro, com situações do cotidiano que possibilitam ao estudante exercitar diversos tipos de habilidades, além de trazer para inserção de mais um grupo, o que é um exercício de relacionamento interpessoal muito importante. Se a instituição não tem iniciativas como essas, naturalmente terá um discurso que não traduz a prática do dia a dia”, concluiu.


Texto: Nathália Esteves (com informações da OAB-ES)